Emergência precária

por Cláudia Teixeira

Quem vê a entrada da Rua do Curuzu, transversal da Lima e Silva, a principal Avenida da Liberdade, percebe logo que se trata de um bairro muito populoso. Localizado em uma região praticamente cercada por um comércio varejista, esse bairro, que é habitado, em maioria, por uma população de baixa renda, tem seus encantos e desencantos. A área de saúde, por exemplo, ainda sofre certo descaso por parte das autoridades competentes e a prova disso é a atual situação da Unidade de Emergência do Curuzu. Clique aqui e leia mais…

Antigos comerciantes

por Cláudia Teixeira

Quem passa pelo comércio varejista do bairro da Liberdade, um dos maiores de Salvador, não imagina que até hoje existem antigos comerciantes que conseguem manter estabelecimentos comerciais apesar das dificuldades. Essa situação está relacionada a grande expansão do comércio, causada principalmente pelo surgimento dos shoppings centers e por conseqüência disso, deixou de ser a muito tempo, um meio de sobrevivência estável, sofrendo uma certa intranqüilidade por causa do baixo fluxo de vendas.

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Turismo cultural e étnico no coração da Liberdade

por Glenda Lima

Um novo tipo de turismo está sendo desenvolvido em Salvador, mais precisamente no bairro da Liberdade. Esse segmento turístico conhecido como “turismo cultural” é destinado aos visitantes interessados em conhecer – além dos famosos pontos turísticos da cidade – o Patrimônio Histórico, os costumes, as tradições, as manifestações artísticas e a gastronomia. Enfim, experimentar e vivenciar a identidade cultural do povo que habita a cidade que está visitando. Tudo isso é possível no Curuzú – Corredor Cultural da Liberdade.A Bahia recebeu influência cultural de diversos povos desde a chegada dos portugueses no Brasil, em 1500. Onde se destacam a cultura do povo europeu, que colonizou todo o país; do povo indígena, que já habitava essas terras e do povo africano, que foi trazido pelos portugueses para ser escravizado aqui no Brasil. Logo, nossa diversidade cultural é imensa, conseguimos adquirir um pouco da cultura de cada povo, mas a africana é predominante. “É isso que o torna singular. A história e cultura são inerentes e peculiares a cada povo, em especial ao baiano. O baiano, sua cultura e sua história são as grandes atrações da Bahia. Belezas naturais encontramos até mais belas que as nossas em outras localidades. É a nossa cultura que nos torna peculiar”, afirma a turismóloga Laíse Razera, 22 anos. Clique aqui e leia mais…

Alforria para as mentes

por Pedro Moraes

Com a defasagem do ensino público, atitudes alternativas são necessárias para a educação convencional. Alternativas como o Centro Sócio-Cultural Livro é Vida, idealizado pela professora aposentada do estado Nilza dos Santos. O projeto troca de livros, já mostrado na mídia pelos apresentadores Boris Casoy, Jô Soares e jornais da capital baiana, mantém, na Lapinha, uma biblioteca comunitária. Além dos livros, são oferecidos à comunidade cursos de redação, português, química, física e aulas de reforço, interligando os assuntos das salas a situações do cotidiano. Clique aqui e leia mais…

Onde estão os antigos moradores?

por Vivian Gomes

Ao subir a Ladeira do Canto da Cruz, na Soledade, observam-se operários aparentemente trabalhando nas obras Ligação Água de Meninos. Logo a atenção é voltada para os casarões e antigas casas que foram derrubadas para dar espaço a estas obras. Moradores da Lapinha e da Soledade estão muito insatisfeitos com as mudanças ocorridas no bairro. A violência, a falta de segurança e o total abandono do local, fazem com que os residentes demonstrem a indignação de ver os seus velhos vizinhos abandonarem as suas antigas casas. Clique aqui e leia mais…

Claudinho da Lapinha

por Vivian Gomes

Amanhece o dia, seja de sol ou de chuva, lá está um rapaz de pele clara, olhos e cabelos castanhos claros passeando pelas ruas da Lapinha e da Liberdade. Segurando uma penca de chaves na mão, o moço admira os carros que transitam pelo local e logo em seguida dispara os nomes, marcas, modelos e ano de cada veículo. Ele além de um grande admirador de carros é também um colecionador antigo de chaves de todos os tipos de automóveis. Clique aqui e leia mais…

O show não pode parar

por Émylle AzevedoCantando em cima de um palco no meio de barracas e pessoas, o cantor de rua Francisco Alencar, 38, se apresenta aos sábados pela manhã no bairro da Liberdade. Com roupas coloridas, bandanas na cabeça e um violão na mão, faz com que a encenação de play-back fique o mais real possível. Desde que veio para a capital, esse foi o meio que encontrou para ganhar dinheiro em uma cidade grande, onde o emprego está cada vez mais difícil. Clique aqui e leia mais…